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segunda-feira, 21 de julho de 2008

QUANTA SAUDADE!...

saudade - Recados Para Orkut

INCURÁVEL SAUDADE (Autor desconhecido)

Um instante de silêncio
Uma incurável saudade...
No silêncio adormeço...

Nos meus sonhos viajo...
Busco esquecer os sons que perturbam meus ouvidos.
Sua voz não se cala...
Murmura ao meu coração que me ama,
Que não quer que nosso amor adormeça junto dos meus pensamentos...
O toque da sua pele está nas pontas dos meus dedos,
Seu carinho está em meu corpo,
Seu perfume não sai do ar que respiro,
Seu olhar não desaparece em meio de tantos outros olhares...
Eu te amo em silêncio
Eu te quero em segredo,
Sinto saudade sem culpa.
Eu te busco sem saber aonde te encontrar.
Sonho com você chegando de repente
Me tomando em seus braços e dizendo que não vai mais partir,
Que essa saudade vai se curar
Simplesmente porque juntos Iremos Nos Amar...

LÁGRIMAS ( Fabiana Thais Oliveira)


Lágrimas de dor,

Lágrimas de saudades,

Lágrimas de ilusões,

Lágrimas de felicidade...

As lágrimas são os desabafos do coração.

Quando se chora, o coração responde:"Tenho medo de chorar, e parecer sentimental demais...

Mas eu não comando as lágrimas.

"Elas são atrevidas

Querem expôr meus sentimentos

E aliviar o meu coração.

Elas são necessárias para o nascer de um sorriso.

São necessárias para se aprendera valorizar um sentimento.

São necessárias para se crescer de corpo, mente e coração.

As lágrimas são um detalhe dos Grandes Sentimentos

O detalhe mais importante: Elas entregam os sentimentos e ensinam a Razão de Amar.

RELICÁRIO (Mírian Warttusch)


Na minha memória, mamãe é chama viva!

Tão bonita, tão viçosa, tão cheia de vida!

Mas o tempo passou, levou consigo, sem pena de mim, a minha mãe querida!

Implorei ao tempo que não apagasse, que deixasse ficar comigo, em relicário, o seu meigo sorriso, o brilho dos seus olhos, pois tudo eu guardaria, como num sacrário.

Cumpri a promessa; e ao abrir essa caixinha, onde guardei de mamãe também o coração, encontro esplendente, inteiro o seu sorriso, e a luz do olhar que fulge, se estou na escuridão.

Assim, se a saudade vier me atormentar, abro a caixinha mágica e choro de mansinho;

As minhas lágrimas, mamãe vem enxugar, sorri com tal amor, me olha com carinho…

Mamãe é sim, a minha guardiã eterna,

Por mim, eu sei, eternamente irá zelar.

Com sua presença forte e misteriosa, Mamãe não morreu… só mudou de lugar…

Mamãe se transformou em estrela fulgente.

Se tenho um problema, lhe peço a solução.

Ela me mostra o caminho que devo seguir.

Como um farol a brilhar, me indica a direção.

Mães são eternas, Deus as predestina, para missão sublime, destino mais bonito.

Luzes perenes, fachos a brilhar, lá longe, além das fronteiras do infinito.

PRESENÇA (Mário Quintana)

É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento das horas ponha um frêmito em teus cabelos...

É preciso que a tua ausência trescale sutilmente, no ar, a trevo machucado, a folhas de alecrim desde há muito guardadas não se sabe por quem nalgum móvel antigo...


Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela e respirar-te, azul e luminosa, no ar.


É preciso a saudade para eu sentir como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida...


Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista que nunca te pareces com o teu retrato...


E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.

A UM AUSENTE (Carlos Drummond de Andrade)

Tenho razão de sentir saudade, tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência de viver e explorar os rumos de obscuridade sem prazo sem consulta sem provocação até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave do que o ato sem continuação, o ato em si, o ato que não ousamos nem sabemos ousar porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti, de nossa convivência em falas camaradas, simples apertar de mãos, nem isso, voz modulando sílabas conhecidas e banais que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades. Sim, acuso-te porque fizeste o não previsto nas leis da amizade e da natureza nem nos deixaste sequer o direito de indagar porque o fizeste, porque te foste.

SAUDADE (Colombina)

Saudade, sombra que trilha, por onde andou a paixão;
inevitável cedilha da palavra "coração".
Saudade, sino plangente, que badala sem cessar, dentro d`alma e faz a gente não sei porque, soluçar...
Saudade, palavra linda, inventada pra dizer: eu te quis, te quero ainda e sempre te hei de querer.
Saudade, estrela que fica, quando as outras já se vão, e, ficando, mortifica a noite do coração.
Saudade, febre que a gente sem querer pode apanhar...
nunca mata de repente vai matando devagar.
Saudade, nem é preciso perguntar de onde ela vem;
basta lembrar o sorriso e os olhos que você tem.
Saudade, fim de um enlevo, que perdi, não sei por que, pois tudo isso que escrevo são saudades de você.