Esse é um cantinho de sentimentos... Sentimentos que às vezes parecem dilacerar o coração, outras vezes parece o remédio mais milagroso que existe! Quem comanda aqui é o coração. Aqui também é permitido sentir saudade... Qual o mortal não sentiu o gostinho às vezes amargo, às vezes doce da saudade? Aqui é possível. Permita deixar-se envolver por esse sentimento! Desfrute desse espaço e fique à vontade.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
SOBREVIVO (Déa Villarinho)
Nesse mundo conturbado e cheio da maldade alheia regozijo-me pelo fato de poder ser contada entre os sobreviventes.
Sim, sou sobrevivente quando vejo tantos que se ocupam de falsidades e tentam matar a minha essência. Outros se colocam acima da moral e dos bons costumes e me humilham sem causa. Outros ainda que se apoderam de falsos valores e querem fazer com que eu me sinta incapaz e inútil.
Sim, vou sobrevivendo e vencendo, lutando e conquistando, mostrando que o verdadeiro valor consiste na lealdade, respeito e acima de tudo na consciência do dever cumprido!
Sim, sou sobrevivente quando vejo tantos que se ocupam de falsidades e tentam matar a minha essência. Outros se colocam acima da moral e dos bons costumes e me humilham sem causa. Outros ainda que se apoderam de falsos valores e querem fazer com que eu me sinta incapaz e inútil.
Sim, vou sobrevivendo e vencendo, lutando e conquistando, mostrando que o verdadeiro valor consiste na lealdade, respeito e acima de tudo na consciência do dever cumprido!
sábado, 14 de julho de 2012
LÁGRIMAS OCULTAS (Florbela Espanca
Se me ponho a cismar em outras erasEm que rí e cantei, em que era querida,
Parece-me que foi outras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida...
E a minha triste boca dolorida
Que dantes tinha o rir das primaveras,
Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono de esquecida!
Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono de esquecida!
E fico, pensativa, olhando o vago...
Toma a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim...
Toma a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim...
E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!
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